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ONU pede limites ao uso da força policial durante protestos estudantis na França
O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu, em 9 de outubro de 2026, que as autoridades francesas evitem o uso desproporcional da força durante os protestos de estudantes do ensino médio. Em coletiva de imprensa em Genebra, na Suíça, Shabia Mantoo, porta-voz do órgão, declarou: “Apelamos a todos para que garantam que estas manifestações permaneçam pacíficas e que não haja uso desproporcional da força por parte das autoridades policiais. O direito à reunião pacífica deve ser respeitado”. No dia anterior, Stéphane Dujarric, porta-voz da ONU, afirmou que cabe às forças de segurança e ao governo proteger o direito às manifestações pacíficas.
O UNICEF França também pediu proteção aos menores e distinção entre manifestantes pacíficos e grupos envolvidos em atos violentos. Iniciadas em meados de setembro, seis meses antes das eleições presidenciais, as mobilizações reivindicam reformas nas instalações escolares, substituição de professores ausentes, contratação de profissionais de apoio e enfermagem, recuperação de estruturas e redução da superlotação. Os estudantes também contestam a pressão do sistema Parcoursup, usado no acesso ao ensino superior, a redução de vagas nas universidades e o congelamento do auxílio-moradia pessoal (APL), previstos na proposta orçamentária de 2027.
Os protestos incluem denúncias de infiltração policial e vandalismo. Grêmios estudantis negaram, na semana anterior, vínculo entre os responsáveis pelos distúrbios e suas reivindicações. A atuação policial foi criticada após um adolescente perder uma mão e outro perder a visão de um olho.
Na quinta-feira, o ministro da Educação Nacional, Édouard Geffray, anunciou a designação imediata de 3.000 professores substitutos para escolas afetadas, contratações adicionais e a possibilidade de ampliar o horário escolar. Apesar do início do diálogo, manifestações continuaram em Toulouse, Aubervilliers, Chambéry, Montpellier e Paris, com novas mobilizações e greves previstas para a semana seguinte. Relatório do Ministério da Justiça divulgado em 9 de outubro registrou quase 6.900 detenções desde o início dos protestos, 86% de menores de idade. Foram abertos processos contra 2.376 manifestantes; 1.547 foram levados a julgamento e 21 ficaram em prisão preventiva.
O UNICEF França também pediu proteção aos menores e distinção entre manifestantes pacíficos e grupos envolvidos em atos violentos. Iniciadas em meados de setembro, seis meses antes das eleições presidenciais, as mobilizações reivindicam reformas nas instalações escolares, substituição de professores ausentes, contratação de profissionais de apoio e enfermagem, recuperação de estruturas e redução da superlotação. Os estudantes também contestam a pressão do sistema Parcoursup, usado no acesso ao ensino superior, a redução de vagas nas universidades e o congelamento do auxílio-moradia pessoal (APL), previstos na proposta orçamentária de 2027.
Os protestos incluem denúncias de infiltração policial e vandalismo. Grêmios estudantis negaram, na semana anterior, vínculo entre os responsáveis pelos distúrbios e suas reivindicações. A atuação policial foi criticada após um adolescente perder uma mão e outro perder a visão de um olho.
Na quinta-feira, o ministro da Educação Nacional, Édouard Geffray, anunciou a designação imediata de 3.000 professores substitutos para escolas afetadas, contratações adicionais e a possibilidade de ampliar o horário escolar. Apesar do início do diálogo, manifestações continuaram em Toulouse, Aubervilliers, Chambéry, Montpellier e Paris, com novas mobilizações e greves previstas para a semana seguinte. Relatório do Ministério da Justiça divulgado em 9 de outubro registrou quase 6.900 detenções desde o início dos protestos, 86% de menores de idade. Foram abertos processos contra 2.376 manifestantes; 1.547 foram levados a julgamento e 21 ficaram em prisão preventiva.

Moraes determina execução da pena de Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início do cumprimento da pena de 4 anos e 2 meses de prisão de Eduardo Bolsonaro, em regime inicial semiaberto, por coação no curso do processo, e expediu mandado de prisão. A decisão, assinada em 7 de outubro, aponta que a condenação transitou em julgado em 3 de outubro, após a Primeira Turma rejeitar, em setembro, os embargos da defesa.
Eduardo foi condenado por atuar nos Estados Unidos para buscar sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de interferir no julgamento de Jair Bolsonaro no processo da trama golpista. Moraes determinou o envio do mandado à Polícia Federal, sua inclusão no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões e a expedição da guia de recolhimento. Também ordenou o cancelamento de todos os passaportes brasileiros emitidos em nome do ex-deputado, que vive nos Estados Unidos desde 2025.
A decisão abriu a execução penal, determinou a cobrança de 50 dias-multa, equivalentes a dois salários mínimos cada, e comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem os efeitos da condenação. Também foi determinada comunicação à direção-geral da Polícia Federal sobre a perda do cargo de escrivão da corporação, prevista na sentença. A Defensoria Pública da União, responsável pela defesa, havia pedido a absolvição e alegado proteção das manifestações pela liberdade de expressão.
Eduardo foi condenado por atuar nos Estados Unidos para buscar sanções contra autoridades brasileiras com o objetivo de interferir no julgamento de Jair Bolsonaro no processo da trama golpista. Moraes determinou o envio do mandado à Polícia Federal, sua inclusão no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões e a expedição da guia de recolhimento. Também ordenou o cancelamento de todos os passaportes brasileiros emitidos em nome do ex-deputado, que vive nos Estados Unidos desde 2025.
A decisão abriu a execução penal, determinou a cobrança de 50 dias-multa, equivalentes a dois salários mínimos cada, e comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem os efeitos da condenação. Também foi determinada comunicação à direção-geral da Polícia Federal sobre a perda do cargo de escrivão da corporação, prevista na sentença. A Defensoria Pública da União, responsável pela defesa, havia pedido a absolvição e alegado proteção das manifestações pela liberdade de expressão.

Mais de 100 artistas do audiovisual declaram apoio a Lula no segundo turno
Mais de cem atores, atrizes e cineastas declararam apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições.
O levantamento, feito pelo Cine NINJA reúne nomes como Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Glória Pires, Taís Araújo e Kleber Mendonça Filho. As manifestações associam a defesa da democracia à produção cultural e às políticas de financiamento do audiovisual.
Em vídeo publicado em setembro, Malu Mader afirmou: “Agora, o cinema brasileiro renasceu”. O setor também relaciona o momento da produção nacional ao desempenho de “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, que venceu dois prêmios no Globo de Ouro e recebeu quatro indicações ao Oscar. Wagner Moura declarou: “Nós temos dito como a cultura e a democracia andam juntas”.
O apoio ocorre após mais de 600 atores e cineastas assinarem, neste ano, uma carta a Lula cobrando urgência na regulamentação do streaming no Brasil. A mobilização da classe artística começou no primeiro turno, com vídeos coletivos e atos pelo país sob o mote “Bora, Lula”.
O levantamento, feito pelo Cine NINJA reúne nomes como Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Glória Pires, Taís Araújo e Kleber Mendonça Filho. As manifestações associam a defesa da democracia à produção cultural e às políticas de financiamento do audiovisual.
Em vídeo publicado em setembro, Malu Mader afirmou: “Agora, o cinema brasileiro renasceu”. O setor também relaciona o momento da produção nacional ao desempenho de “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, que venceu dois prêmios no Globo de Ouro e recebeu quatro indicações ao Oscar. Wagner Moura declarou: “Nós temos dito como a cultura e a democracia andam juntas”.
O apoio ocorre após mais de 600 atores e cineastas assinarem, neste ano, uma carta a Lula cobrando urgência na regulamentação do streaming no Brasil. A mobilização da classe artística começou no primeiro turno, com vídeos coletivos e atos pelo país sob o mote “Bora, Lula”.

Senado realiza terceira sessão de discussão da PEC que prevê fim da escala 6x1
O Senado realizou nesta quinta-feira (8) a terceira sessão de discussão, em primeiro turno, da PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de repouso remunerado e sem redução salarial. A proposta foi aprovada pela Câmara e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e precisa cumprir cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno.
Após eventual aprovação, serão necessárias outras três sessões antes do segundo turno. A PEC exige 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, em cada votação. A sessão desta quinta-feira ocorreu em formato semipresencial e foi suspensa, com retomada prevista ainda no mesmo dia.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que pretende cumprir o rito constitucional. A tramitação ocorre durante o segundo turno das eleições presidenciais, enquanto governistas defendem acelerar a análise e setores da oposição discutem o adiamento da votação. O texto estabelece dois dias de descanso semanal e altera a jornada prevista no artigo 7º da Constituição.
Após eventual aprovação, serão necessárias outras três sessões antes do segundo turno. A PEC exige 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, em cada votação. A sessão desta quinta-feira ocorreu em formato semipresencial e foi suspensa, com retomada prevista ainda no mesmo dia.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que pretende cumprir o rito constitucional. A tramitação ocorre durante o segundo turno das eleições presidenciais, enquanto governistas defendem acelerar a análise e setores da oposição discutem o adiamento da votação. O texto estabelece dois dias de descanso semanal e altera a jornada prevista no artigo 7º da Constituição.

Ana Elisa defende ofensiva da esquerda nas redes e diálogo com eleitores de direita
A deputada federal eleita Ana Elisa (PT), de 21 anos, afirmou nesta quinta-feira (8) que a esquerda ainda pode “dominar as redes sociais” e defendeu mudanças na comunicação da campanha do presidente Lula para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL).
Eleita com 524.219 votos, Ana Elisa foi a mulher mais votada para deputada federal em Minas Gerais e participou de reuniões com integrantes da campanha de Lula após o primeiro turno. Segundo ela, sua equipe se reuniu com responsáveis pela comunicação do presidente na terça-feira (6), apresentando sugestões que foram incorporadas à estratégia digital.
“Nós conversamos com a equipe de comunicação do presidente Lula, que levou adiante tudo o que eu e minha equipe passamos”, afirmou.
A parlamentar também defendeu diálogo com eleitores de direita que não se identificam com Jair Bolsonaro e citou votantes de Renan Santos, do Missão, e Kim Kataguiri como públicos que o PT deveria procurar. “A direita foi engolida pelo bolsonarismo”, declarou.
Ana Elisa afirmou que a esquerda precisa ampliar a participação de jovens e abrir espaço para novas lideranças no PT. Durante o mandato, pretende incentivar a eleição de mulheres negras e jovens e relatou enfrentar episódios de violência política de gênero e raça.
Eleita com 524.219 votos, Ana Elisa foi a mulher mais votada para deputada federal em Minas Gerais e participou de reuniões com integrantes da campanha de Lula após o primeiro turno. Segundo ela, sua equipe se reuniu com responsáveis pela comunicação do presidente na terça-feira (6), apresentando sugestões que foram incorporadas à estratégia digital.
“Nós conversamos com a equipe de comunicação do presidente Lula, que levou adiante tudo o que eu e minha equipe passamos”, afirmou.
A parlamentar também defendeu diálogo com eleitores de direita que não se identificam com Jair Bolsonaro e citou votantes de Renan Santos, do Missão, e Kim Kataguiri como públicos que o PT deveria procurar. “A direita foi engolida pelo bolsonarismo”, declarou.
Ana Elisa afirmou que a esquerda precisa ampliar a participação de jovens e abrir espaço para novas lideranças no PT. Durante o mandato, pretende incentivar a eleição de mulheres negras e jovens e relatou enfrentar episódios de violência política de gênero e raça.

Bahia lidera eleição de pretos e pardos, enquanto Santa Catarina não elege nenhum
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 531 pessoas pretas ou pardas foram eleitas no primeiro turno de 2026, equivalente a 29,9% dos 1.774 eleitos para presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital. Nas candidaturas, o grupo representou 49,9%, com 10.224 registros, contra 9.974 de pessoas brancas, que somaram 48,7%, em um total de 20.496 candidaturas. A Bahia teve o maior número de eleitos pretos ou pardos, com 58, seguida por Minas Gerais, com 38, e Rio de Janeiro, com 34. Santa Catarina não elegeu nenhum entre seus 64 eleitos. Alagoas teve cinco e Paraná, seis.
Entre os eleitos estão cinco governadores, quatro vice-governadores, 15 senadores, 117 deputados federais, nove deputados distritais, 213 deputados estaduais e 39 suplentes. Foram eleitos 407 homens e 124 mulheres, correspondendo a 28,9% dos homens e 33,6% das mulheres eleitas. Por partido, o PT elegeu 83 pessoas pretas ou pardas, seguido pelo PL, com 73, e União Brasil, com 54. DC, Democrata, Missão, Mobiliza e Rede não elegeram candidatos do grupo. No Amazonas, 24 dos 38 eleitos são pretos ou pardos, proporção de 63,2%; no Tocantins, foram 22 de 38, ou 57,9%; no Amapá, 22 de 40, ou 55%. No Sul, Paraná teve seis de 92 eleitos e Rio Grande do Sul, sete de 94. Segundo o Censo 2022 do IBGE, pretos e pardos representam 55,1% da população brasileira.
Entre os eleitos estão cinco governadores, quatro vice-governadores, 15 senadores, 117 deputados federais, nove deputados distritais, 213 deputados estaduais e 39 suplentes. Foram eleitos 407 homens e 124 mulheres, correspondendo a 28,9% dos homens e 33,6% das mulheres eleitas. Por partido, o PT elegeu 83 pessoas pretas ou pardas, seguido pelo PL, com 73, e União Brasil, com 54. DC, Democrata, Missão, Mobiliza e Rede não elegeram candidatos do grupo. No Amazonas, 24 dos 38 eleitos são pretos ou pardos, proporção de 63,2%; no Tocantins, foram 22 de 38, ou 57,9%; no Amapá, 22 de 40, ou 55%. No Sul, Paraná teve seis de 92 eleitos e Rio Grande do Sul, sete de 94. Segundo o Censo 2022 do IBGE, pretos e pardos representam 55,1% da população brasileira.

Incêndio na UFPE deixa prejuízo estimado em R$ 100 milhões e destrói pesquisas
O incêndio criminoso que atingiu um prédio do campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite de 7 de outubro, causou prejuízo estimado em cerca de R$ 100 milhões, segundo o reitor Alfredo Gomes. A estimativa foi apresentada em entrevista coletiva na manhã de 8 de outubro.
O prédio abrigava laboratórios de pesquisa nas áreas de fármacos, genética e informática, além de dependências da área de educação física. Segundo Gomes, o andar superior foi perdido por completo.
“Estimamos, em termos de equipamentos, insumos e material, de uma maneira geral, algo próximo a R$ 100 milhões [de prejuízo financeiro]”, afirmou.
A universidade fará reuniões com as equipes dos projetos que funcionavam no local para calcular as perdas. O reitor informou que cerca de 80 dissertações e teses de doutorado estavam vinculadas aos grupos de pesquisa instalados no prédio. Também foram perdidos dados acumulados durante 20 anos de pesquisas.
“É uma perda irreparável porque são dados de 20 anos de pesquisa que também eram guardados nos espaços”, declarou.
A UFPE ainda avaliará os danos à estrutura do prédio e deverá disponibilizar outro espaço para as unidades afetadas. Na manhã de 8 de outubro, a Polícia Federal informou que instaurará inquérito para apurar as circunstâncias e as causas prováveis do incêndio. Peritos federais foram enviados à universidade para examinar o local, após tratativas da PF com o reitor e o comando do Corpo de Bombeiros.
O prédio abrigava laboratórios de pesquisa nas áreas de fármacos, genética e informática, além de dependências da área de educação física. Segundo Gomes, o andar superior foi perdido por completo.
“Estimamos, em termos de equipamentos, insumos e material, de uma maneira geral, algo próximo a R$ 100 milhões [de prejuízo financeiro]”, afirmou.
A universidade fará reuniões com as equipes dos projetos que funcionavam no local para calcular as perdas. O reitor informou que cerca de 80 dissertações e teses de doutorado estavam vinculadas aos grupos de pesquisa instalados no prédio. Também foram perdidos dados acumulados durante 20 anos de pesquisas.
“É uma perda irreparável porque são dados de 20 anos de pesquisa que também eram guardados nos espaços”, declarou.
A UFPE ainda avaliará os danos à estrutura do prédio e deverá disponibilizar outro espaço para as unidades afetadas. Na manhã de 8 de outubro, a Polícia Federal informou que instaurará inquérito para apurar as circunstâncias e as causas prováveis do incêndio. Peritos federais foram enviados à universidade para examinar o local, após tratativas da PF com o reitor e o comando do Corpo de Bombeiros.

Estudantes fazem ato na UFSM, no Rio Grande do Sul, após registros de símbolos nazistas
Estudantes e integrantes da comunidade acadêmica realizaram, em 7 de outubro, um ato na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, após a identificação de inscrições com símbolos associados ao nazismo em prédios da instituição. Convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), junto a centros e diretórios acadêmicos, a manifestação começou às 11h30, diante do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e terminou com caminhada até o Restaurante Universitário.
O primeiro registro foi encontrado em 6 de outubro em um banheiro do CCNE, com o desenho da runa Odal e a frase “Você não está só”. Em 7 de outubro, outros cinco registros foram identificados, elevando para seis as ocorrências: quatro no CCNE e duas no Centro de Tecnologia.
O DCE informou que recebeu fotos e vídeos de um estudante, comunicou a Reitoria e cobrou providências. Segundo a entidade, a universidade isolou o banheiro e acionou a Polícia Federal, enquanto imagens de câmeras eram buscadas para identificar responsáveis.
Durante o ato, estudantes defenderam mobilização contra manifestações neonazistas. A UFSM informou que registrou boletim de ocorrência, apresentou denúncia na plataforma Fala.BR e instaurou processo administrativo para apurar os fatos e responsabilizar eventuais autores. A instituição também informou que a investigação criminal cabe à Polícia Federal e que a Assessoria de Promoção de Igualdade Racial acompanhará o caso.
A Seção Sindical dos Docentes da UFSM pediu identificação e punição dos responsáveis e ações educativas sobre o nazismo. A universidade informou que oferecerá acolhimento, escuta e apoio psicológico às pessoas afetadas.
O primeiro registro foi encontrado em 6 de outubro em um banheiro do CCNE, com o desenho da runa Odal e a frase “Você não está só”. Em 7 de outubro, outros cinco registros foram identificados, elevando para seis as ocorrências: quatro no CCNE e duas no Centro de Tecnologia.
O DCE informou que recebeu fotos e vídeos de um estudante, comunicou a Reitoria e cobrou providências. Segundo a entidade, a universidade isolou o banheiro e acionou a Polícia Federal, enquanto imagens de câmeras eram buscadas para identificar responsáveis.
Durante o ato, estudantes defenderam mobilização contra manifestações neonazistas. A UFSM informou que registrou boletim de ocorrência, apresentou denúncia na plataforma Fala.BR e instaurou processo administrativo para apurar os fatos e responsabilizar eventuais autores. A instituição também informou que a investigação criminal cabe à Polícia Federal e que a Assessoria de Promoção de Igualdade Racial acompanhará o caso.
A Seção Sindical dos Docentes da UFSM pediu identificação e punição dos responsáveis e ações educativas sobre o nazismo. A universidade informou que oferecerá acolhimento, escuta e apoio psicológico às pessoas afetadas.

Erika Hilton aponta o avanço de candidaturas antifeministas a um movimento internacional
A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) foi reeleita com 1.596.472 votos, tornando-se a mulher mais votada da história para a Câmara, em uma eleição que elevou para 109 o número de deputadas, 21,2% das 513 cadeiras. Desse total, 47 são de partidos de esquerda e 62 de direita. Hilton atribuiu seu resultado à atuação parlamentar, às redes e à defesa de pautas como o fim da escala 6×1. “As pessoas esperam respostas para os seus problemas reais”, afirmou ao Brasil de Fato.
A deputada também relacionou o avanço de candidaturas antifeministas a um movimento internacional que, segundo ela, é impulsionado pelo governo dos Estados Unidos e por bilionários das big techs, com monetização de discursos red pill e incel. Para Hilton, esses discursos transferem para mulheres e minorias a responsabilidade por problemas sociais e econômicos.
Na Câmara eleita, a direita terá 303 cadeiras e a esquerda, 124. Hilton citou avanços da legislatura anterior, como a criminalização da misoginia e a mobilização que impediu o avanço do PL 1.904/2024, conhecido por seus críticos como “PL do Estupro”. A proposta prevê pena equivalente à de homicídio para abortos após 22 semanas, inclusive em casos de gravidez decorrente de estupro. Para a deputada, a disputa política também passa por pautas materiais. Ela comparou as posições de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a escala 6×1 e afirmou: “Quem compara, vota Lula”.
A deputada também relacionou o avanço de candidaturas antifeministas a um movimento internacional que, segundo ela, é impulsionado pelo governo dos Estados Unidos e por bilionários das big techs, com monetização de discursos red pill e incel. Para Hilton, esses discursos transferem para mulheres e minorias a responsabilidade por problemas sociais e econômicos.
Na Câmara eleita, a direita terá 303 cadeiras e a esquerda, 124. Hilton citou avanços da legislatura anterior, como a criminalização da misoginia e a mobilização que impediu o avanço do PL 1.904/2024, conhecido por seus críticos como “PL do Estupro”. A proposta prevê pena equivalente à de homicídio para abortos após 22 semanas, inclusive em casos de gravidez decorrente de estupro. Para a deputada, a disputa política também passa por pautas materiais. Ela comparou as posições de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a escala 6×1 e afirmou: “Quem compara, vota Lula”.

MTE atualizou a “Lista Suja” com 82 novos responsabilizados por casos de trabalho análogo à escravidão
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou a “Lista Suja” com 82 novos empregadores responsabilizados por casos de trabalho análogo à escravidão identificados entre 2024 e 2026. Os registros envolvem 553 trabalhadores e ocorreram em 21 unidades da Federação, número de novos casos 51,48% menor que na atualização de abril.
Entre as atividades com mais registros estão criação de bovinos para corte, com oito casos; serviços domésticos, sete; produção de carvão vegetal e de café, seis cada; e construção de edifícios, cinco. Minas Gerais concentrou 19 ocorrências, seguido pela Bahia, com oito. Amazonas e Maranhão tiveram seis cada. Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Piauí registraram quatro casos cada. Mato Grosso, Pernambuco e Roraima tiveram três; Paraná, Goiás, Santa Catarina, Pará, Espírito Santo, Tocantins, Rondônia e Paraíba, dois; Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, um cada.
A lista é atualizada a cada seis meses. Nesta edição, 151 nomes foram retirados após completarem dois anos de publicação. Segundo o MTE, o cadastro busca dar transparência às ações fiscais de combate ao trabalho análogo à escravidão e funciona como instrumento público de pressão contra empregadores. Em uma operação recente, 479 trabalhadores foram resgatados, entre eles 75 mulheres, 13 crianças e adolescentes e 66 migrantes de oito países. Em 2025, 2.772 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão ou de tráfico de pessoas no Brasil.
Entre as atividades com mais registros estão criação de bovinos para corte, com oito casos; serviços domésticos, sete; produção de carvão vegetal e de café, seis cada; e construção de edifícios, cinco. Minas Gerais concentrou 19 ocorrências, seguido pela Bahia, com oito. Amazonas e Maranhão tiveram seis cada. Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Piauí registraram quatro casos cada. Mato Grosso, Pernambuco e Roraima tiveram três; Paraná, Goiás, Santa Catarina, Pará, Espírito Santo, Tocantins, Rondônia e Paraíba, dois; Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, um cada.
A lista é atualizada a cada seis meses. Nesta edição, 151 nomes foram retirados após completarem dois anos de publicação. Segundo o MTE, o cadastro busca dar transparência às ações fiscais de combate ao trabalho análogo à escravidão e funciona como instrumento público de pressão contra empregadores. Em uma operação recente, 479 trabalhadores foram resgatados, entre eles 75 mulheres, 13 crianças e adolescentes e 66 migrantes de oito países. Em 2025, 2.772 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão ou de tráfico de pessoas no Brasil.

Trump diz que destruição da Califórnia e morte de civis seria “preço muito pequeno” em guerra contra o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em um comício republicano no Nebraska que Los Angeles e San Diego poderiam ser destruídas pelo Irã e declarou que a morte de civis seria “um preço muito pequeno a pagar” pela guerra.
“Eles poderiam destruir uma cidade. Deixem que destruam Los Angeles. Deixem que destruam San Diego. É um preço muito pequeno a pagar e, muito em breve, tudo isso terá acabado”, disse em 5 de outubro.
As duas cidades, governadas por democratas, somam cerca de 5,2 milhões de habitantes; considerando seus condados, a população supera 13 milhões. Trump participava do evento para apoiar candidatos republicanos nas eleições legislativas de novembro e defendia que a população aceitasse o aumento de preços provocado pela guerra quando fez a declaração.
“Eles poderiam destruir uma cidade. Deixem que destruam Los Angeles. Deixem que destruam San Diego. É um preço muito pequeno a pagar e, muito em breve, tudo isso terá acabado”, disse em 5 de outubro.
As duas cidades, governadas por democratas, somam cerca de 5,2 milhões de habitantes; considerando seus condados, a população supera 13 milhões. Trump participava do evento para apoiar candidatos republicanos nas eleições legislativas de novembro e defendia que a população aceitasse o aumento de preços provocado pela guerra quando fez a declaração.

Profissionais da educação do RJ paralisam e cobram audiência com governador interino
Profissionais da rede estadual de educação do Rio de Janeiro realizaram nesta quarta-feira (7) uma paralisação de 24 horas para pressionar por uma audiência com o governador interino Ricardo Couto e cobrar reivindicações acumuladas desde o governo de Cláudio Castro (PL). Entre as demandas estão o pagamento do piso nacional do magistério, recomposição salarial, migração de Docentes II para I, regularização dos Animadores Culturais e abono de faltas e paralisações.
A diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe-RJ), Dorothea Santana, afirmou ao Brasil de Fato que há abertura de diálogo com o governo interino e atribuiu a mudança à mobilização da categoria. Segundo ela, parte das reivindicações não depende de orçamento, mas de medidas administrativas.
Na semana anterior, uma operação do Ministério Público apontou desvio de recursos da educação durante o governo Castro. Entre os alvos está a ex-secretária estadual de Educação Roberta Barreto de Oliveira. A investigação aponta direcionamento de contratações milionárias, superfaturamento e desvio de recursos em obras de escolas públicas.
O Sepe-RJ está em estado de greve e também cobra a atualização da situação funcional e previdenciária dos Animadores Culturais. Após assembleia realizada no Clube de Engenharia, os profissionais seguiram para um ato no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, previsto para as 14h.
A diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe-RJ), Dorothea Santana, afirmou ao Brasil de Fato que há abertura de diálogo com o governo interino e atribuiu a mudança à mobilização da categoria. Segundo ela, parte das reivindicações não depende de orçamento, mas de medidas administrativas.
Na semana anterior, uma operação do Ministério Público apontou desvio de recursos da educação durante o governo Castro. Entre os alvos está a ex-secretária estadual de Educação Roberta Barreto de Oliveira. A investigação aponta direcionamento de contratações milionárias, superfaturamento e desvio de recursos em obras de escolas públicas.
O Sepe-RJ está em estado de greve e também cobra a atualização da situação funcional e previdenciária dos Animadores Culturais. Após assembleia realizada no Clube de Engenharia, os profissionais seguiram para um ato no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, previsto para as 14h.

Idosa judia de 94 anos é presa no Reino Unido após protestar contra o genocídio na Palestina
Aos 94 anos, a ex-advogada de direitos humanos Margaret Owen foi presa em 27 de setembro durante um protesto diante da conferência do Partido Trabalhista, em Liverpool, contra a proibição da Palestine Action.
Judia e amiga da mãe do ministro das Relações Exteriores, Ed Miliband, Owen participava de vigílias com aposentados e exibia uma placa com os dizeres: “Eu me oponho ao genocídio. Eu apoio a Ação Palestina.” Ela relatou ao Middle East Eye que cerca de 200 pessoas, muitas idosas ou com deficiência, estavam sentadas em silêncio quando a polícia cercou manifestantes.
Owen, que tem problemas de coluna, foi levada a uma delegacia, teve as impressões digitais coletadas e recebeu ordem para comparecer novamente à polícia em 27 de dezembro. O grupo Defend our Juries afirmou que 150 pessoas foram presas após mais de 16 horas de operação. A Polícia de Merseyside informou que 83 pessoas foram presas sob suspeita de apoiar uma organização proibida e outras 105 foram intimadas a comparecer em juízo.
Em julho de 2025, o governo de Starmer proibiu a Palestine Action, tornando manifestações de apoio ou filiação ao grupo crime sujeito a até 14 anos de prisão. O Departamento de Justiça estima cerca de 3.850 prisões e 2.250 acusações desde então. Na conferência, Miliband condenou ações israelenses na Cisjordânia e em Gaza e prometeu “fazer jus às palavras com ações”.
Owen afirmou que as medidas anunciadas contra assentamentos israelenses não eram suficientes. O governo enfrenta pressão para rever a proibição, que será analisada pelo Supremo Tribunal.
Judia e amiga da mãe do ministro das Relações Exteriores, Ed Miliband, Owen participava de vigílias com aposentados e exibia uma placa com os dizeres: “Eu me oponho ao genocídio. Eu apoio a Ação Palestina.” Ela relatou ao Middle East Eye que cerca de 200 pessoas, muitas idosas ou com deficiência, estavam sentadas em silêncio quando a polícia cercou manifestantes.
Owen, que tem problemas de coluna, foi levada a uma delegacia, teve as impressões digitais coletadas e recebeu ordem para comparecer novamente à polícia em 27 de dezembro. O grupo Defend our Juries afirmou que 150 pessoas foram presas após mais de 16 horas de operação. A Polícia de Merseyside informou que 83 pessoas foram presas sob suspeita de apoiar uma organização proibida e outras 105 foram intimadas a comparecer em juízo.
Em julho de 2025, o governo de Starmer proibiu a Palestine Action, tornando manifestações de apoio ou filiação ao grupo crime sujeito a até 14 anos de prisão. O Departamento de Justiça estima cerca de 3.850 prisões e 2.250 acusações desde então. Na conferência, Miliband condenou ações israelenses na Cisjordânia e em Gaza e prometeu “fazer jus às palavras com ações”.
Owen afirmou que as medidas anunciadas contra assentamentos israelenses não eram suficientes. O governo enfrenta pressão para rever a proibição, que será analisada pelo Supremo Tribunal.

Cientista político aponta “ilusão de ótica” na vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula
O cientista político Antonio Lavareda avaliou que a ultrapassagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula no primeiro turno ocorreu mais pela perda de votos do presidente para a abstenção do que por uma arrancada do candidato do PL. Em entrevista ao Programa do Noblat, do Metrópoles, Lavareda afirmou que Flávio manteve o patamar indicado pelas pesquisas, cerca de 35% do eleitorado, e terminou o primeiro turno com 35,34%. Lula, que aparecia com aproximadamente 39%, chegou à urna com cerca de 34%.
“O Lula tinha 39 no total e chegou na urna com 34, perdeu cinco pontos. Perdeu para quem? Perdeu para a abstenção”, disse. Segundo Lavareda, a abstenção cresceu apenas entre 0,13% e 0,16% em relação à eleição anterior, mas a composição de quem deixou de votar ajuda a explicar o resultado. Ele retoma uma análise de 2022 segundo a qual parcelas mais pobres da população têm maior dificuldade de comparecer às urnas e estão concentradas entre os eleitores de Lula. Flávio também recebeu votos de candidatos da chamada terceira via durante a campanha, mas esse movimento já havia sido captado pelas pesquisas.
Para o segundo turno, Lavareda aponta duas frentes para Lula: disputar os votos dos candidatos eliminados e recuperar eleitores que não compareceram. Ele cita que, em 2022, cerca de 560 mil eleitores a mais foram às urnas no segundo turno. A disputa passa, assim, pela transferência de votos e pela capacidade das campanhas de mobilizar eleitores para comparecer às urnas.
“O Lula tinha 39 no total e chegou na urna com 34, perdeu cinco pontos. Perdeu para quem? Perdeu para a abstenção”, disse. Segundo Lavareda, a abstenção cresceu apenas entre 0,13% e 0,16% em relação à eleição anterior, mas a composição de quem deixou de votar ajuda a explicar o resultado. Ele retoma uma análise de 2022 segundo a qual parcelas mais pobres da população têm maior dificuldade de comparecer às urnas e estão concentradas entre os eleitores de Lula. Flávio também recebeu votos de candidatos da chamada terceira via durante a campanha, mas esse movimento já havia sido captado pelas pesquisas.
Para o segundo turno, Lavareda aponta duas frentes para Lula: disputar os votos dos candidatos eliminados e recuperar eleitores que não compareceram. Ele cita que, em 2022, cerca de 560 mil eleitores a mais foram às urnas no segundo turno. A disputa passa, assim, pela transferência de votos e pela capacidade das campanhas de mobilizar eleitores para comparecer às urnas.

Documentos relacionam lobby de Eduardo Bolsonaro a fundo estadunidense de US$ 1 milhão
O Portal Vermelho informou, com base em documentos do governo de Donald Trump e do Congresso dos Estados Unidos e em reportagens do The Guardian e UOL, que um programa de US$ 1 milhão chamado Countering Lawfare and Censorship in Brazil foi criado para financiar organizações da sociedade civil em ações relacionadas ao STF. O texto afirma que os recursos foram vinculados em 30 de setembro, cinco dias antes do primeiro turno, e cita documento segundo o qual Eduardo Bolsonaro fazia lobby junto ao governo dos EUA por sanções contra Alexandre de Moraes.
Eduardo negou ser beneficiário direto e afirmou não possuir ONG para receber os recursos. O governo estadunidense manteve em sigilo a identidade dos executores do fundo, alegando riscos judiciais no Brasil e impactos diplomáticos.
Segundo o Portal Vermelho, a Advocacia-Geral da União, por meio de Jorge Messias, acionou a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República para investigar o financiamento estrangeiro. O texto também afirma que Eduardo foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo.
Eduardo negou ser beneficiário direto e afirmou não possuir ONG para receber os recursos. O governo estadunidense manteve em sigilo a identidade dos executores do fundo, alegando riscos judiciais no Brasil e impactos diplomáticos.
Segundo o Portal Vermelho, a Advocacia-Geral da União, por meio de Jorge Messias, acionou a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República para investigar o financiamento estrangeiro. O texto também afirma que Eduardo foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses por coação no curso do processo.

Lula convoca apoiadores às ruas contra o “retrocesso”
O presidente Lula divulgou nesta quarta-feira (7) um vídeo nas redes sociais em que convocou apoiadores a irem às ruas contra o “retrocesso”.
“Bora, gente, pra rua, vamos conversar com as pessoas, você que gosta do Brasil, que gosta da educação, da democracia, que quer ter emprego de qualidade, continuar estudando e ver o Brasil crescer”, afirmou.
Depois do primeiro turno, integrantes da campanha passaram a defender maior presença de Lula nas redes. Na terça-feira (6), o presidente voltou a defender o fim da escala 6x1 e afirmou que Flávio Bolsonaro é contrário à mudança. A PEC em discussão no Senado prevê jornada de 40 horas semanais, cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução salarial. Lula disse confiar que Davi Alcolumbre colocará o texto em votação e que o Senado repetirá a decisão da Câmara.
Integrantes do PL e do Republicanos se reuniriam nesta quarta para definir estratégia contra a votação.
“Bora, gente, pra rua, vamos conversar com as pessoas, você que gosta do Brasil, que gosta da educação, da democracia, que quer ter emprego de qualidade, continuar estudando e ver o Brasil crescer”, afirmou.
Depois do primeiro turno, integrantes da campanha passaram a defender maior presença de Lula nas redes. Na terça-feira (6), o presidente voltou a defender o fim da escala 6x1 e afirmou que Flávio Bolsonaro é contrário à mudança. A PEC em discussão no Senado prevê jornada de 40 horas semanais, cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução salarial. Lula disse confiar que Davi Alcolumbre colocará o texto em votação e que o Senado repetirá a decisão da Câmara.
Integrantes do PL e do Republicanos se reuniriam nesta quarta para definir estratégia contra a votação.

Mulheres "anti-mulheres" ampliam presença no Congresso após eleição de 2026
A eleição de 2026 ampliou a presença de mulheres de direita no Legislativo. Em São Paulo, Eduarda Campopiano (PL) foi a candidata mais votada para a Assembleia Legislativa, com 1.956.238 votos, enquanto Índia Armelau (PL) liderou a disputa pela Alerj, com 248.504.
Campopiano se apresenta como “a maior inimiga das feministas” e defende posições contra a criminalização da misoginia e o aborto, além do porte de armas.
No Senado, 12 das 54 vagas em disputa foram conquistadas por mulheres, maior número em uma eleição desde a redemocratização. Michelle Bolsonaro e Bia Kicis foram eleitas pelo Distrito Federal e se juntarão a Damares Alves, formando a primeira bancada estadual integralmente feminina do Senado. O Brasil de Fato ouviu pesquisadoras e parlamentares sobre o fenômeno.
A cientista política Irina Frari atribuiu o crescimento a redes religiosas, movimentos conservadores, redes sociais e estruturas partidárias. Marília Arraes afirmou que presença feminina não implica, por si, compromisso com direitos das mulheres.
Campopiano se apresenta como “a maior inimiga das feministas” e defende posições contra a criminalização da misoginia e o aborto, além do porte de armas.
No Senado, 12 das 54 vagas em disputa foram conquistadas por mulheres, maior número em uma eleição desde a redemocratização. Michelle Bolsonaro e Bia Kicis foram eleitas pelo Distrito Federal e se juntarão a Damares Alves, formando a primeira bancada estadual integralmente feminina do Senado. O Brasil de Fato ouviu pesquisadoras e parlamentares sobre o fenômeno.
A cientista política Irina Frari atribuiu o crescimento a redes religiosas, movimentos conservadores, redes sociais e estruturas partidárias. Marília Arraes afirmou que presença feminina não implica, por si, compromisso com direitos das mulheres.

Congresso eleito terá 7 em cada 10 parlamentares contra a proteção ambiental
A análise do Observatório do Clima sobre a composição da 58ª Legislatura (2027-2031) aponta que 68,9% dos 594 deputados e senadores eleitos estão nas faixas de convergência ambiental baixa ou muito baixa.
São 201 parlamentares na faixa muito baixa, equivalente a 33,8%, e 208 na faixa baixa, 35%. Apenas 52 parlamentares, 8,75%, estão na faixa boa, e 133, 22,4%, na muito boa. No Senado, 64 dos 81 integrantes da próxima legislatura, ou 79%, estão nas duas faixas inferiores, contra 58 na legislatura atual. Na Câmara, 345 dos 513 deputados, 67,3%, estão nas faixas baixa ou muito baixa.
O Observatório do Clima relaciona a mudança ao crescimento de partidos de direita, incluindo o PL, que passa de 15 para 28 cadeiras no Senado e de 98 para 121 na Câmara. Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, apontou riscos de mudanças na atuação dos órgãos ambientais, anistia a grileiros e redução da proteção de florestas e biomas.
São 201 parlamentares na faixa muito baixa, equivalente a 33,8%, e 208 na faixa baixa, 35%. Apenas 52 parlamentares, 8,75%, estão na faixa boa, e 133, 22,4%, na muito boa. No Senado, 64 dos 81 integrantes da próxima legislatura, ou 79%, estão nas duas faixas inferiores, contra 58 na legislatura atual. Na Câmara, 345 dos 513 deputados, 67,3%, estão nas faixas baixa ou muito baixa.
O Observatório do Clima relaciona a mudança ao crescimento de partidos de direita, incluindo o PL, que passa de 15 para 28 cadeiras no Senado e de 98 para 121 na Câmara. Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, apontou riscos de mudanças na atuação dos órgãos ambientais, anistia a grileiros e redução da proteção de florestas e biomas.

Estudantes ocupam ruas do Rio contra avanço da extrema direita e em defesa da educação
Estudantes se concentram nesta quarta-feira (7), às 12h, na Candelária, no centro do Rio de Janeiro, para uma caminhada até a Cinelândia convocada pela União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro (UEE-RJ). O ato é apresentado como manifestação pacífica em defesa da democracia, dos direitos estudantis, da educação e da igualdade, além de oposição ao avanço da extrema direita.
Para Allysson Souza, diretor de Comunicação da UEE-RJ, a mobilização deve continuar após as eleições, independentemente do resultado. “Os atos agora tem um viés de conscientização sobre o voto e, após a eleição, nós precisamos continuar nas ruas barrando o avanço do fascismo no nosso país”, afirmou. Souza também relacionou a mobilização à história dos movimentos estudantis: “Sempre que algum direito de estudante é ameaçado, nós somos os primeiros a ocupar a rua para conquistar o que é nosso”.
O Coletivo Fanfarra da UFF também convocou estudantes de universidades públicas e defendeu a continuidade das manifestações após a votação.
Para Allysson Souza, diretor de Comunicação da UEE-RJ, a mobilização deve continuar após as eleições, independentemente do resultado. “Os atos agora tem um viés de conscientização sobre o voto e, após a eleição, nós precisamos continuar nas ruas barrando o avanço do fascismo no nosso país”, afirmou. Souza também relacionou a mobilização à história dos movimentos estudantis: “Sempre que algum direito de estudante é ameaçado, nós somos os primeiros a ocupar a rua para conquistar o que é nosso”.
O Coletivo Fanfarra da UFF também convocou estudantes de universidades públicas e defendeu a continuidade das manifestações após a votação.

Flávio Bolsonaro recua no discurso sobre Constituição e cita reforma do STF e fim da reeleição
Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que sua declaração sobre “mudar a Constituição para redemocratizar o país” se refere a propostas que pretende encaminhar caso seja eleito, entre elas mudanças no Judiciário, redução da maioridade penal, alterações na reforma tributária e fim da reeleição.
“Tem que haver, sim, uma reforma no Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC. E o fim da reeleição”, declarou.
Na terça-feira (6), em Goiânia, após receber apoio de Ronaldo Caiado, Flávio havia dito que usaria a maioria no Congresso para alterar a Constituição, sem especificar as mudanças. Nesta quarta, afirmou que governaria com “respeito à Constituição” e negou intenção de adotar medidas autoritárias.
Sobre o fim da reeleição, disse que não pretende disputar um segundo mandato e que caberá ao Congresso definir duração e alcance da mudança.
O PL elegeu 121 deputados e terá 28 senadores na próxima legislatura.
“Tem que haver, sim, uma reforma no Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC. E o fim da reeleição”, declarou.
Na terça-feira (6), em Goiânia, após receber apoio de Ronaldo Caiado, Flávio havia dito que usaria a maioria no Congresso para alterar a Constituição, sem especificar as mudanças. Nesta quarta, afirmou que governaria com “respeito à Constituição” e negou intenção de adotar medidas autoritárias.
Sobre o fim da reeleição, disse que não pretende disputar um segundo mandato e que caberá ao Congresso definir duração e alcance da mudança.
O PL elegeu 121 deputados e terá 28 senadores na próxima legislatura.

Aliados de Flávio alertam contra discurso de vitória antecipada
Aliados de Flávio Bolsonaro alertaram para os riscos políticos de declarações sobre mudar a Constituição para “redemocratizar o país” e defenderam que o candidato evite um tom de vitória antecipada no segundo turno contra o presidente Lula.
Segundo interlocutores ouvidos pelo g1 e pela GloboNews, a vantagem obtida no primeiro turno não garante a vitória em 25 de outubro.
Flávio afirmou em Goiânia que uma maioria de direita no Congresso permitiria alterar a Constituição. A declaração foi criticada por aliados de Lula, que apontaram risco de medidas autoritárias. Interlocutores de Flávio responderam que ele se referia a propostas como a redução da maioridade penal e mudanças no Judiciário e que as cláusulas pétreas não podem ser abolidas por PEC.
Na primeira semana do segundo turno, Flávio recebeu apoio de Ronaldo Caiado, Romeu Zema, União Brasil e Progressistas. Nesta quarta-feira, adotou tom mais moderado e afirmou: “Comigo não vai ter isso, vai ter estabilidade, vai ter paz para todo mundo trabalhar, vai ter segurança jurídica, respeito à Constituição”.
Segundo interlocutores ouvidos pelo g1 e pela GloboNews, a vantagem obtida no primeiro turno não garante a vitória em 25 de outubro.
Flávio afirmou em Goiânia que uma maioria de direita no Congresso permitiria alterar a Constituição. A declaração foi criticada por aliados de Lula, que apontaram risco de medidas autoritárias. Interlocutores de Flávio responderam que ele se referia a propostas como a redução da maioridade penal e mudanças no Judiciário e que as cláusulas pétreas não podem ser abolidas por PEC.
Na primeira semana do segundo turno, Flávio recebeu apoio de Ronaldo Caiado, Romeu Zema, União Brasil e Progressistas. Nesta quarta-feira, adotou tom mais moderado e afirmou: “Comigo não vai ter isso, vai ter estabilidade, vai ter paz para todo mundo trabalhar, vai ter segurança jurídica, respeito à Constituição”.

Avanço do PL no Senado alimenta disputa por controle do STF e pressiona Alexandre de Moraes
O resultado do primeiro turno ampliou o poder do PL no Congresso e abriu, nos bastidores, discussões sobre o futuro do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente de Alexandre de Moraes. O partido elegeu 28 senadores e terá 121 deputados, fortalecendo a bancada que defende medidas contra ministros da Corte.
Segundo o portal Platô, uma das possibilidades discutidas seria um acordo envolvendo a situação de Jair Bolsonaro e a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023. Setores da direita avaliam que “alguma cabeça precisará ser entregue” no STF, expressão usada em sentido figurado. Dias Toffoli é apontado como ministro mais fragilizado, mas a pressão política estaria concentrada em Moraes.
O apoio de Michel Temer a Flávio Bolsonaro é apresentado como possível ponte política com o ministro, que foi indicado ao STF durante o governo Temer.
Uma hipótese mencionada nos bastidores seria Moraes deixar a Corte mediante garantia de que não seria submetido a julgamento criminal no STF, ficando livre para advogar ou ingressar na política partidária.
Segundo o portal Platô, uma das possibilidades discutidas seria um acordo envolvendo a situação de Jair Bolsonaro e a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023. Setores da direita avaliam que “alguma cabeça precisará ser entregue” no STF, expressão usada em sentido figurado. Dias Toffoli é apontado como ministro mais fragilizado, mas a pressão política estaria concentrada em Moraes.
O apoio de Michel Temer a Flávio Bolsonaro é apresentado como possível ponte política com o ministro, que foi indicado ao STF durante o governo Temer.
Uma hipótese mencionada nos bastidores seria Moraes deixar a Corte mediante garantia de que não seria submetido a julgamento criminal no STF, ficando livre para advogar ou ingressar na política partidária.

Reeleito pelo PL, Cabo Gilberto usa ascensão do nazismo para explicar vitória da direita nas urnas
Reeleito deputado federal pelo PL com 267.142 votos, a maior votação da Paraíba, Cabo Gilberto Silva afirmou que a reação do bolsonarismo às condenações de envolvidos na tentativa de golpe de Estado passa pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Em entrevista à Rádio Arapuan, disse que o STF estaria promovendo uma “humilhação” contra o povo brasileiro e defendeu “cassar o ministro Xandão” para “restabelecer o Estado de Direito”.
Para sustentar a interpretação sobre o resultado eleitoral, o deputado recorreu à história da Alemanha após a Primeira Guerra Mundial e associou o Tratado de Versalhes à ascensão de Adolf Hitler. “O Tratado de Versalhes gerou revolta na Alemanha, foi alimentando o ódio dos alemães, e Hitler ascendeu ao poder inicialmente eleito democraticamente”, afirmou.
A comparação contém um erro histórico ao atribuir a Winston Churchill participação na imposição do tratado como líder britânico: Churchill só se tornou primeiro-ministro em 1940, enquanto a Primeira Guerra ocorreu entre 1914 e 1918. Questionado se comparava Jair Bolsonaro a Hitler, Cabo Gilberto negou: “Não tem nada a ver uma coisa com a outra”. Ele afirmou ainda que, se os vencedores da Primeira Guerra não tivessem “humilhado” a Alemanha, Hitler não teria obtido apoio suficiente para provocar a Segunda Guerra Mundial.
Arte @zanonart
Para sustentar a interpretação sobre o resultado eleitoral, o deputado recorreu à história da Alemanha após a Primeira Guerra Mundial e associou o Tratado de Versalhes à ascensão de Adolf Hitler. “O Tratado de Versalhes gerou revolta na Alemanha, foi alimentando o ódio dos alemães, e Hitler ascendeu ao poder inicialmente eleito democraticamente”, afirmou.
A comparação contém um erro histórico ao atribuir a Winston Churchill participação na imposição do tratado como líder britânico: Churchill só se tornou primeiro-ministro em 1940, enquanto a Primeira Guerra ocorreu entre 1914 e 1918. Questionado se comparava Jair Bolsonaro a Hitler, Cabo Gilberto negou: “Não tem nada a ver uma coisa com a outra”. Ele afirmou ainda que, se os vencedores da Primeira Guerra não tivessem “humilhado” a Alemanha, Hitler não teria obtido apoio suficiente para provocar a Segunda Guerra Mundial.
Arte @zanonart

Advogado Willer Tomaz, aliado de Flávio articula anistia do 8 de janeiro
O advogado Willer Tomaz, amigo e aliado político de Flávio Bolsonaro, passou a atuar nas articulações da campanha do PL no segundo turno e tenta obter os apoios de Augusto Cury, do Avante, e Ronaldo Caiado, do PSD. Nos bastidores, Tomaz sugeriu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que a votação do fim da escala 6×1 seja acompanhada da análise de uma proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
A articulação ainda não havia produzido um acordo quando a informação foi publicada. A proposta combina duas pautas que têm efeitos distintos sobre a disputa eleitoral e sobre a composição política do Senado. A redução da jornada de trabalho é uma das bandeiras apresentadas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, enquanto a anistia interessa à base política de Jair Bolsonaro e ao entorno de Flávio.
Uma eventual aprovação da anistia também poderia fortalecer Alcolumbre na disputa pela presidência do Senado na próxima legislatura.
A articulação ainda não havia produzido um acordo quando a informação foi publicada. A proposta combina duas pautas que têm efeitos distintos sobre a disputa eleitoral e sobre a composição política do Senado. A redução da jornada de trabalho é uma das bandeiras apresentadas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, enquanto a anistia interessa à base política de Jair Bolsonaro e ao entorno de Flávio.
Uma eventual aprovação da anistia também poderia fortalecer Alcolumbre na disputa pela presidência do Senado na próxima legislatura.

Senado inicia tramitação da PEC da 6×1. Flávio Bolsonaro não participou da sessão
O Senado iniciou a tramitação da PEC que reduz de 44 para 40 horas semanais a jornada de trabalho. Na sessão de 6 de outubro, primeira das cinco discussões exigidas antes da votação, senadores governistas defenderam a proposta, enquanto Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) foi o único a se manifestar contra sua tramitação. Entre os defensores estavam Humberto Costa, Rogério Carvalho e Veneziano Vital do Rêgo, reeleitos para a próxima legislatura, além de Randolfe Rodrigues e Zenaide Maia, que não permanecerão no Senado a partir de 2027.
Renan Filho também retornou à Casa após perder a disputa pelo governo de Alagoas. A bancada do PL teve seis dos 15 senadores presentes: Efraim Filho, Izalci Lucas, Eduardo Gomes, Magno Malta, Wilder Morais e Marcio Bittar.
Flávio Bolsonaro não participou da sessão. Sim, Flávio Bolsonaro ainda é senador em exercício. O mandato dele vai de 1º de fevereiro de 2019 a 31 de janeiro de 2027, pelo PL do Rio de Janeiro.
Davi Alcolumbre afirmou que seguirá o rito regimental “sem atropelos e sem acelerar nada”, mas sinalizou que pretende levar a PEC ao primeiro turno em 15 de outubro, dez dias antes do segundo turno. A tramitação ocorre enquanto Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio, articula apoio para comandar o Senado em 2027.
Renan Filho também retornou à Casa após perder a disputa pelo governo de Alagoas. A bancada do PL teve seis dos 15 senadores presentes: Efraim Filho, Izalci Lucas, Eduardo Gomes, Magno Malta, Wilder Morais e Marcio Bittar.
Flávio Bolsonaro não participou da sessão. Sim, Flávio Bolsonaro ainda é senador em exercício. O mandato dele vai de 1º de fevereiro de 2019 a 31 de janeiro de 2027, pelo PL do Rio de Janeiro.
Davi Alcolumbre afirmou que seguirá o rito regimental “sem atropelos e sem acelerar nada”, mas sinalizou que pretende levar a PEC ao primeiro turno em 15 de outubro, dez dias antes do segundo turno. A tramitação ocorre enquanto Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio, articula apoio para comandar o Senado em 2027.
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